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A verba atribuída, enquadrada no exercício das competências das juntas de freguesia, tem como objetivo fortalecer a capacidade de intervenção local.

À semelhança de anos anteriores, a distribuição dos montantes teve em conta critérios como a dimensão territorial, o número de habitantes e as necessidades previamente identificadas por cada junta.

Com este investimento, as freguesias dispõem de mais autonomia para desenvolver trabalhos essenciais, nomeadamente limpeza urbana, pequenas reparações, manutenção de vias, calcetamentos e pavimentações, construção e melhoria de parques infantis, requalificação de espaços públicos, entre outras intervenções prioritárias.

O presidente da Câmara Municipal de Mangualde, Marco Almeida, sublinha a importância estratégica desta aposta:

“Ao reforçarmos os meios das freguesias estamos a dar passos concretos numa descentralização real, baseada na proximidade.

Os presidentes das freguesias estão no terreno e, por isso, são quem melhor conhece as necessidades, as preocupações e as aspirações dos habitantes”.

O autarca destaca ainda que este modelo de gestão partilhada permite aos presidentes das juntas planear e executar intervenções de forma mais eficaz, dando respostas mais rápidas e alinhadas com as expectativas da comunidade.

“Como existe uma previsibilidade financeira e autonomia operacional, os autarcas podem planear e executar com mais eficiência e implementar melhorias essenciais em cada localidade, o que se traduz numa maior coesão territorial”, afirma.

 

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