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O autarca sublinhou que a principal ambição passa por “consolidar o que foi conquistado e “abrir caminho para um novo ciclo de desenvolvimento mais coeso, inteligente e sustentável”.

Entre os projetos estruturantes já em fase de preparação, Marco Almeida destacou o Interface Modal de Passageiros, a requalificação do Mercado Municipal, a requalificação do Centro de Saúde, o projeto do Museu de Mangualde, a nova Zona Industrial, a requalificação do Estádio Municipal. Na lista de prioridades realçou ainda a conclusão das obras da Escola Secundária Felismina Alcântara (ESFA) e a criação do Hub Tecnológico – EDUTEC, que irá acolher empresas. O mandato que agora começa será ainda marcado pelo regresso a Mangualde do Ensino Superior.

O autarca referiu que o concelho pretende afirmar-se pela “capacidade de agir com estratégia, inovar com responsabilidade e gerir com rigor”, prosseguindo o trabalho nas áreas da habitação, saúde, sustentabilidade ambiental, educação, emprego e juventude.

“Queremos um concelho mais preparado, mais atrativo, mais competitivo e mais inclusivo”, afirmou, reforçando que o desenvolvimento do território assenta na “confiança nas empresas, nas instituições e nas gentes de Mangualde — trabalhadoras, resilientes e empreendedoras”.

Marco Almeida enalteceu “o papel essencial” dos trabalhadores do Município, reconhecendo que “são eles quem tornam possível” a execução das políticas públicas.

“Valorizaremos o seu trabalho, investindo na formação, na motivação e na dignificação de quem serve o concelho todos os dias. Com eles, tudo se torna possível. Sem eles, nada se concretiza verdadeiramente”, afirmou.

No balanço do mandato anterior, o autarca destacou a concretização de várias metas, nomeadamente a redução da dívida municipal, a descida do IMI para o valor mais baixo permitido por lei e o reforço da habitação pública e privada.

Referiu ainda a consolidação de Mangualde como “referência nacional e internacional na área da educação”, a criação de novas infraestruturas ambientais como o Ecocentro e a ETAR de Cubos, e o crescimento do turismo de 40%.

O concelho registou também aumento de empresas, mais emprego e um crescimento populacional, invertendo a tendência demográfica dos últimos anos. Marco Almeida recordou ainda que Mangualde foi o concelho de pequena dimensão com maior volume de verbas do PRR aprovadas em todo o país — resultado de “visão, planeamento e trabalho sério”, afirmou.

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