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O investimento deixou de estar no plano de financiamento comunitário através do PRR e o calendário definido, deixando Mangualde sem a obra que tinha sido apresentada como estruturante para o desenvolvimento económico e social do concelho.

Durante a campanha eleitoral, o então candidato à presidência da Câmara, Marco Almeida, garantiu que o projeto estava assegurado e que criaria emprego qualificado, contribuindo para fixar população.

Com a deslocação da infraestrutura, o Movimento Novo Rumo considera que o concelho passa de um compromisso firme para uma promessa sem garantias de execução, alertando para o impacto negativo desta mudança.

Em reação pública, o presidente da Câmara, Marco Almeida, afirmou nas redes sociais que o projeto continua ativo no concelho.

“Pelos vistos, a realidade voltou a estragar os planos de alguns! O projeto não abandonou Mangualde. Está vivo, ativo e a andar para a frente”, escreveu. O autarca sublinhou ainda que “não são promessas” e que “Mangualde continua a avançar”, garantindo confiança na concretização.

O Movimento Novo Rumo mantém, contudo, a sua posição crítica, defendendo que esta situação coloca em causa o compromisso assumido com os mangualdenses e o futuro desenvolvimento do concelho.

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