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A primeira paralisação, marcada para 11 de dezembro, corresponde a uma Greve Geral que abrange profissionais de várias áreas. Já no dia 12 de dezembro, a greve dirige-se aos trabalhadores da Administração Pública, podendo afetar diretamente serviços essenciais dentro dos estabelecimentos de ensino.

A direção do Agrupamento adianta que, não sendo possível prever o nível de adesão dos trabalhadores, existe a possibilidade de ocorrerem condicionamentos no funcionamento das aulas, serviços de refeitório, atividades letivas e não letivas, bem como no apoio prestado às famílias.

Por este motivo, os encarregados de educação são aconselhados a acompanhar de perto a evolução da situação e a preparar alternativas, caso alguns serviços não possam ser assegurados.

Mesmo perante estas incertezas, o Agrupamento afirma que serão tomadas todas as medidas necessárias para garantir a segurança dos alunos, embora reconheça que algumas decisões poderão ter de ser ajustadas no próprio dia, consoante os recursos disponíveis.

A direção garante ainda que continuará a atualizar a comunidade educativa logo que existam novas informações, apelando à compreensão de todos para eventuais interrupções que possam ocorrer.

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