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O encontro reuniu representantes das escolas parceiras e teve como principal objetivo fazer o balanço do trabalho desenvolvido ao longo do último ano letivo, com especial enfoque na utilização da robótica e da inteligência artificial em contexto educativo.

Durante a reunião foram analisados os resultados da fase de implementação do projeto, nomeadamente os dados recolhidos através de questionários aplicados a professores e alunos envolvidos na utilização do robô humanoide NAO.

Foram igualmente avaliados os resultados da formação realizada através de um curso online desenvolvido no âmbito do projeto, bem como o impacto da programação e utilização do robô nas diferentes escolas parceiras.

Um dos momentos de maior destaque foi a realização de um grupo de discussão entre os parceiros internacionais, durante o qual foram partilhadas experiências, identificadas dificuldades e debatidas as estratégias que apresentaram melhores resultados.

Apesar dos desafios técnicos associados à utilização de novas tecnologias em sala de aula, os participantes fizeram um balanço positivo do projeto e defenderam a continuidade dos recursos desenvolvidos, reconhecendo o seu potencial para promover aprendizagens mais motivadoras, inclusivas e inovadoras.

O Agrupamento de Escolas de Mangualde esteve representado por duas professoras responsáveis pela implementação do projeto na escola.

Até ao momento, a iniciativa envolveu, em Mangualde, 19 professores e 391 alunos, dos quais 255 programaram o robô humanoide NAO, abrangendo seis áreas disciplinares.

Os números demonstram a crescente integração da robótica educativa nas diferentes áreas curriculares e o impacto destas ferramentas no desenvolvimento de competências técnicas, científicas e transversais dos alunos.

No próximo ano letivo, o principal desafio será manter o nível de participação e aprofundar a utilização do robô, explorando novas possibilidades proporcionadas pela integração da inteligência artificial nas atividades desenvolvidas em sala de aula.

A equipa de Mangualde continuará, durante os próximos meses, a preparar novos cenários pedagógicos e estratégias que permitam oferecer aos alunos experiências de aprendizagem mais criativas, inclusivas e adaptadas aos desafios do futuro.

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