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A informação foi divulgada através de um comunicado oficial da Mesa da Assembleia Geral do emblema viseense.
Segundo o comunicado, as demissões registadas na direção fizeram com que deixasse de existir quórum suficiente para assegurar a continuidade em funções daquele órgão social.
Também no Conselho Fiscal ocorreram alterações relevantes, com a renúncia do presidente, Mariano Maroto Lopez, do secretário e posteriormente de um vogal.
Perante este cenário, a Mesa da Assembleia Geral informou os sócios de que será necessário avançar para um novo ato eleitoral destinado à eleição da direção e do Conselho Fiscal.
Apesar da situação, o Académico de Viseu assegura que o funcionamento do clube continuará garantido até à realização das eleições.
Os atuais elementos da direção manter-se-ão em funções para assegurar todas as responsabilidades inerentes aos cargos para os quais foram eleitos.
Segundo o comunicado, tudo continuará a decorrer conforme planeado, incluindo: futebol de formação masculino e feminino; torneios já programados; preparação da próxima temporada; atividades da natação e restantes modalidades do clube.
A Mesa da Assembleia Geral garante que irá assegurar um processo eleitoral conduzido com rigor, clareza e transparência, prometendo divulgar brevemente mais informações sobre o procedimento eleitoral.
A crise diretiva surge num dos momentos mais marcantes da história recente do Académico de Viseu, poucos dias depois da histórica subida à Primeira Liga, 37 anos após a última presença do clube no principal escalão do futebol português.
No comunicado, é deixado um apelo à união, responsabilidade e confiança no futuro do clube.

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